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[ JAF.29 ] Projetos | CER | JAFplus

Comunidades de
Energia Renovável.

A JAF Renováveis estrutura e opera Comunidades de Energia Renovável para municípios, bairros, condomínios e parques empresariais. Partilha local da produção solar, com benefício mensurável para cada consumidor.

JAF.29 | CER

Uma Comunidade de Energia Renovável (CER) permite que vários consumidores partilhem a produção solar local – reduzindo a fatura, valorizando o território e diminuindo a dependência da rede tradicional. Estruturamos, licenciamos, instalamos e operamos a comunidade do início ao fim.

  • Diagnóstico técnico e jurídico – viabilidade, dimensionamento, regulamento interno, contratos com membros e relação com o operador de rede.
  • Operação contínua – gestão da plataforma de medição, distribuição de excedentes, faturação, relatórios e otimização ao longo do ciclo de vida.

O que precisa
de esclarecer primeiro?

Uma comunidade de energia é tanto um modelo de organização como uma instalação. A maioria das dúvidas iniciais é sobre a primeira parte.

Produzir é uma coisa.
Repartir é outra.

A produção é a infraestrutura. A comunidade define como essa energia é repartida entre quem dela faz parte.

01 – Produzir

A instalação gera

Painéis fotovoltaicos dimensionados para o conjunto, e não para um só consumidor.

02 – Armazenar

A energia pode esperar

Quando o perfil o justifica, baterias deslocam a energia para as horas em que é precisa.

03 – Partilhar

A energia é repartida

É esta a parte que só existe numa comunidade: a energia produzida é atribuída aos participantes segundo um modelo acordado entre eles.

Onde a partilha
costuma fazer sentido.

O que estes contextos têm em comum é a proximidade física e perfis de consumo que se completam ao longo do dia.

01 – Contexto

Parques empresariais

Empresas vizinhas com consumo diurno e coberturas ou terrenos disponíveis.

02 – Contexto

Condomínios e bairros

Habitação com consumo repartido pelo dia e áreas comuns onde instalar produção.

03 – Contexto

Municípios e entidades públicas

Equipamentos municipais próximos entre si, com consumo estável e previsível.

04 – Contexto

Conjuntos de instalações

Várias unidades da mesma entidade, ou de entidades diferentes, na mesma zona.

Cinco etapas para a sua CER.

Avaliação técnica, jurídica e económica – perfil de consumo dos potenciais membros, espaço disponível para produção e enquadramento regulamentar.

Criação da entidade gestora, definição do regulamento interno, contratos com membros e registo junto da DGEG.

Projeto fotovoltaico, licenças, ligação à rede e certificação – sob coordenação técnica do Grupo JAF.

Execução da instalação solar, montagem da plataforma de medição inteligente e arranque da operação partilhada.

Gestão diária, manutenção, faturação aos membros, relatórios mensais de produção, consumo, poupança e emissões evitadas.

Impacto típico de uma CER.

– Poupança na fatura20–35%
– Membros médios15–50
– Tempo até operação6–9m

Intervalos típicos de comunidades já em operação, não um resultado garantido. O valor de cada projeto depende do perfil de consumo, da potência instalada, do número de membros e da tarifa em vigor, e é apurado no estudo de viabilidade.

A comunidade não
dispensa a produção.

Uma comunidade precisa de energia produzida algures. Quando essa produção ainda não existe, é o mesmo Grupo a instalá-la.

Quer perceber se uma comunidade faz sentido no seu caso?

Bastam o contexto, uma ideia de quantos participantes seriam e onde ficam. O diagnóstico de viabilidade responde ao resto.

As comunidades de energia são uma das frentes da área de Energia do Grupo. Para produção dedicada a um só consumidor, o caminho é o autoconsumo em Renováveis; para contratar fornecimento da rede, é a comercialização.