Comunidades de
Energia Renovável.
A JAF Renováveis estrutura e opera Comunidades de Energia Renovável para municípios, bairros, condomínios e parques empresariais. Partilha local da produção solar, com benefício mensurável para cada consumidor.
Uma Comunidade de Energia Renovável (CER) permite que vários consumidores partilhem a produção solar local – reduzindo a fatura, valorizando o território e diminuindo a dependência da rede tradicional. Estruturamos, licenciamos, instalamos e operamos a comunidade do início ao fim.
- Diagnóstico técnico e jurídico – viabilidade, dimensionamento, regulamento interno, contratos com membros e relação com o operador de rede.
- Operação contínua – gestão da plataforma de medição, distribuição de excedentes, faturação, relatórios e otimização ao longo do ciclo de vida.
O que precisa
de esclarecer primeiro?
Uma comunidade de energia é tanto um modelo de organização como uma instalação. A maioria das dúvidas iniciais é sobre a primeira parte.
Perceber se faz sentido no meu caso
O que uma comunidade acrescenta a uma instalação de autoconsumo.
Saber quem pode participar
Os contextos em que a partilha entre participantes é possível.
Saber como se constitui
As etapas, do diagnóstico de viabilidade à operação.
Já produzo e quero partilhar
Como uma produção existente entra num modelo de partilha.
Produzir é uma coisa.
Repartir é outra.
A produção é a infraestrutura. A comunidade define como essa energia é repartida entre quem dela faz parte.
A instalação gera
Painéis fotovoltaicos dimensionados para o conjunto, e não para um só consumidor.
A energia pode esperar
Quando o perfil o justifica, baterias deslocam a energia para as horas em que é precisa.
A energia é repartida
É esta a parte que só existe numa comunidade: a energia produzida é atribuída aos participantes segundo um modelo acordado entre eles.
Onde a partilha
costuma fazer sentido.
O que estes contextos têm em comum é a proximidade física e perfis de consumo que se completam ao longo do dia.
Parques empresariais
Empresas vizinhas com consumo diurno e coberturas ou terrenos disponíveis.
Condomínios e bairros
Habitação com consumo repartido pelo dia e áreas comuns onde instalar produção.
Municípios e entidades públicas
Equipamentos municipais próximos entre si, com consumo estável e previsível.
Conjuntos de instalações
Várias unidades da mesma entidade, ou de entidades diferentes, na mesma zona.
Cinco etapas para a sua CER.
Avaliação técnica, jurídica e económica – perfil de consumo dos potenciais membros, espaço disponível para produção e enquadramento regulamentar.
Criação da entidade gestora, definição do regulamento interno, contratos com membros e registo junto da DGEG.
Projeto fotovoltaico, licenças, ligação à rede e certificação – sob coordenação técnica do Grupo JAF.
Execução da instalação solar, montagem da plataforma de medição inteligente e arranque da operação partilhada.
Gestão diária, manutenção, faturação aos membros, relatórios mensais de produção, consumo, poupança e emissões evitadas.
Impacto típico de uma CER.
Intervalos típicos de comunidades já em operação, não um resultado garantido. O valor de cada projeto depende do perfil de consumo, da potência instalada, do número de membros e da tarifa em vigor, e é apurado no estudo de viabilidade.
A comunidade não
dispensa a produção.
Uma comunidade precisa de energia produzida algures. Quando essa produção ainda não existe, é o mesmo Grupo a instalá-la.
Quer perceber se uma comunidade faz sentido no seu caso?
Bastam o contexto, uma ideia de quantos participantes seriam e onde ficam. O diagnóstico de viabilidade responde ao resto.
As comunidades de energia são uma das frentes da área de Energia do Grupo. Para produção dedicada a um só consumidor, o caminho é o autoconsumo em Renováveis; para contratar fornecimento da rede, é a comercialização.
